terça-feira, 21 de dezembro de 2010

CONFRATERNIZAÇÃO

Gêmeos revelam pernas idênticas

Alberto e Alexandre, gêmeos univitelinos do fio do cabelo até a ponta dos pés (rssssss), vão reinar no APS durante todo o ano de 2011. O título Beleza da Natureza coube aos dois, numa das disputas mais acirradas nesses seis anos de existência do grupo ciclístico. Realizado na Boca da Mata, durante a confraternização do dia 19 de dezembro, o desfile foi brabo. Concentrado, o júri quase se perde quando um par de pernas idêntico a outro passou com todo charme. Algumas juradas de primeira vez não entenderam nada e daí a pensar que havia marmelada foi só um pulo, ou melhor, uma passada.

Mas o equívoco logo se desfez. O APS não faria marmelada, o concurso anual é realizado na transparência, com votos devidamente computados e conferidos pelas assistentes de palco (rssssssss). Eram quatro pernas, mesmo, propriedade absoluta de dois donos tão iguais quanto diferentes. Os gêmeos receberam faixa e troféu das mãos de Gilson, do reinado anterior, e passaram o resto da tarde revesando o uso dos aparatos de beleza.

Os gêmeos, no entanto, não reinarão sozinhos. Terão o prazer da companhia de Rafael "Toni Ramos", Milton "Café com Leite" e Pedro "Olívia Palito". Elevado à condição de homem de pernas cabeludas, Rafael é um candidato completo, capaz de roubar o título dos gêmeos no próximo ano. "Mãe" deve ter ficado feliz. Milton, por sua vez, parece ter feito um pacto com a lua e o sol. Do joelho pra baixo, as pernas de Milton são do Astro Rei; do joelho pra cima, do brilho lunar. Imbatível em todos esses anos, o cara é mesmo o típico "Café com Leite". Aliás, o blog lança um desafio a quem queira tomar o lugar de Milton na "cathiguria", como aconteceu com "Olívia Palito", um título que, até então, pertencia a Fernando ET. Pertencia...agora, já não pertence mais. Passou para as mãos, ou melhor, para as pernas de Pedro Henrique. Já é um bom começo, garoto (rssssssss).

CONFRATERNIZAÇÃO - Touquinhas vermelhas de Papai Noel com pompons brancos na ponta... tudo indicava que ali havia uma confraternização. Quebra-panela com força de Toninho no pau (rssssss)... tudo indicava que podia não ser uma confraternização, mas um aniversário infantil. Concurso de pernas masculinas - cabeludas, bonitas, bronzeadas do joelho pra baixo e fininhas que ainda vão engrossar...tudo indicava que, confraternização ou festa infantil, tudo dava no mesmo. Era o APS na sua costumeira descontração organizada. Estranho? Não!

Tudo programado com responsabilidade acompanhada daquele sorriso da comissão de frente, de lado e de costas. Ou seja, não só de quem sobe ao palco, mas de quem trabalha nas coxias, ajudando no quase anonimato como Milton, Ruth, Lourdinha, Paixão, Peu, Fred e aquele alto e magro (que o blog desconhece o nome), mas que ajudou pra caramba na hora de desmontar o circo. O APS agradece. E agradece também aos patrocinadores e parceiros que fizeram doação de brindes, e ainda agradece a você e a você de outros grupos que, claro, dançaram, comeram, beberam, gargalharam, partilharam, fizeram a festa e foram embora satisfeitos e doidinhos pra fevereiro chegar.

A comemoração, que inicia o recesso ciclístico apessiano, foi desenrolada por Gil e Márcia. Os dois, literalmente, botaram os bofes pra fora, carregando o peso do caldeirão da feijoada, das enormes travessas de arroz e das caixas cheias de brindes para todos os participantes. Isso sem contar com a preocupação de que o pau da panela batesse na cabeça de alguém (rssssssssss). Afinal, a fila era enoooooooooorme e o povo, maioria masculina, estava mesmo com a musculatura em dia. Precisava ver o "muque" de Fred, tão grande que parecia enxerto de laranja (rssssss), mas num era não, acredite. Antes de desintegradas no estômago como acompanhamento da feijoada, as frutas também foram utilizadas em demonstração circense. Olhe as fotos e veja que num tô mentindo.

CORUJAMIGA - O domingo do apssiano começou logo cedo, na Jaqueira, pra participar da pedalada em prol dos idosos do abrigo São Francisco de Assis. Organizado e promovido pelo Corujaqueira, o programa anual é conhecido como CorujAmiga, por arrecedar donativos diversos para a instituição localizada no Cabo de Santo Agostinho. A pedalada curta, até o Marco Zero, serviu também para reunir amigos ciclistas de vários grupos e sortear brindes entre os participantes do evento. As fotos do passeio estão no Espaço Alternativo,na faixa verde à esquerda.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

CONFRA

Vem aí a alegria da confraternização

Eita dominguinho esperado com ansiedade, chegando devarinho só pra ser melhor degustado. Um dia pleno de atividades, o dia 19, que começam logo pela manhã, na concentração do Corujaqueira, atrás da igrejinha, às 8h. Isso tudo pra participar do evento do grupo parceiro, que arrecada doações (dois quilos de alimentos não perecíceis) para os idosos do Lar São Francisco de Assis, no Cabo. O passeio, intitulado CorujAmiga, sai às 9h, pelas ruas da cidade. Uma pedalada curta, só pra não dizer que entrou em recesso sem se despedir. Pronto, depois de esquentar a batata das pernas, aí o APS vai confraternizar com os amigos, ciclistas ou não. A festa começa ao meio dia, no Recanto da Mata, um bar-restaurante bem original, ao pé de uma das entradas da mata de Dois Irmãos. Você vai receber e-mail com o mapa do lugar.

Lá, a festa vai rolar solta de animação. Petiscos, bebida e música ao vivo pra se dançar agarradinho são os primeiros atrativos. Depois, é a vez da feijoada, ulá-lá-lá...deliciosamente preparada pra ninguém botar defeito. Defeito? O que eu sei é que vão raspar o prato e, se possível, a panela. Quer apostar? E o som continua porque, mesmo feijoando, o pessoal permanece no remelexo. Um pra cá, dois pra lá, dois pra lá, um pra cá é combinação apropriada a todos os rítmos, até a hora do quebra-panela, aquela brincadeira infantil que o APS revive a cada festa, pra alegria de muita gente grande.

E eis que a hora é chegada, a grande atração do evento é anunciada pra expectativa dos homens e delírio da mulherada: o tradicional concurso de pernas masculinas. Os participantes concorrem ao título de Beleza da Natureza, Olívia Palito, Toni Ramos e Café com Leite. Olhe, só pra se ter uma ideia, Fofoca de Maroca comentou que os homens passam o segundo semestre todinho se preparando para o grande dia. Uns se arrebetam na musculação (caaaaaalma), outros vão à praia de short só pra bronzear metade das pernas, tem aqueles que torcem pra ficar com a faixa de Olívia Palito e, finalmente...meu Deus, esta é demais...tem cabra macho que usa bigoudi (rsssssss) só pra cachear os pelos das pernas. Um Toni Ramos apessiano, claro! A foto abaixo é mera ilustração. Mas...quem é o dono das pernas?

Um concurso D+. A mulherada é o júri soberano e imparcial. O público ajuda, é lógico, enviando mensagem pela internet, via twitter (é assim que se escreve, é?) e as menos tecno-antenadas vão mesmo de celular. Ajuda, é verdade, o júri pode até se deixar comover pelas inúmeras fãs que ficam na tietagem do lado de fora, mas quando o júri decide tá decidido, não adianta apelar. Ganhou, ganhou! Concurso sério (rsssssssssss), de grande responsa para os vencedores que vão passar o ano de 2011 como legítimos representantes das pernas apessianas. Paixão, Múcio, Botelho, Junior Gás e Gilson são os eleitos anteriores. Dois deles, o APS cassou o título por presença zero nos passeios. Portanto, o recado está dado: reinado ganho, frequência é requisito fundamental (rssssssss).

Opa, a festa não acabou. Aguarde que vem mais!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

CURTO, NEM TANTO

Muxoxo cede lugar a satisfação

O anunciado curto e grosso não foi tão curto assim. Foram 27 quilômetros recheados de obstáculos na Mata da Várzea, mais conhecida como terras de Brennand. Dificuldades superadas, apesar dos primeiros muxoxos diante dos quatro quilômetros, literalmente, empurrando ou carregando a bike nos ombos. Não dava pra pedalar. Era caminhar ou caminhar. O terreno irregular, cheio de troncos e raízes, trechos fechados, pinguelas para atravessar as poças de cheiro fétido, tudo obrigava o ciclista a uma marcha inesperada. Andar ou pedalar? A mata oferecia muitas opções: pular raízes, se desviar dos troncos, se abaixar sem dar brecha a gaiômetros, etc...só não dava pra pedalar.

O gado que pastava tranquilamente numa clareira se assustou com os 58 ciclistas, agora sorridentes e satisfeitos com a proximidade da anunciada fonte de água cristalina...banho de cuia, garrafinha cheia, cuca fresca e descanso à sombra de frondosas árvores, o grupo estava crente que havia superado todos os obstáculos. Nem tanto. A fonte cristalina revigorou, mas a ladeira de curvas acentuadas e vizinha a barrancos ainda estava por vir. A princípio pequena e aparentemente plana, escondida entre as árvores, aquela coiiiiiiiiiisa intimidou à medida de cada passo. Até Tarzan, aquele ciclista que passou o tempo todo entoando o urro selvagem do Rei das Selvas, preferiu poupar energia e fechou a boca (rssssssssss). Concentação total.

O passeio foi livre de problemas, como quedas e quebras, mas o pessoal teve que aguentar os gritos estridentes de Lourdinha toda vez que havia uma pinguela pra atravessar. Nem Raimundo foi poupado. Logo ele, coitado, que tanto ajudou Lourdinha com braços estendidos e palavras encorajadoras...deve ter ficado surdo (rssssss). Ao menos, Raimundo saiu na sequência de fotos que tinha o objetivo de captar todos os segundos de Lourdinha na pinguela. Cada grito era um flash. O grupo saiu às 8h e quando voltou ao Parque da Jaqueira já era pra mais de uma da tarde. Logo cedo, na concentração, Gilson foi tomado pelo espírito da organização e colocou todas as bikes enfileiradas. Havia gente apelando para o efeito dominó desfazer rapidamente o que foi feito com tanto carinho. O trabalho de Gilsão, no entanto, só perdeu força quando uma ciclistinha de bike Barbie Rosa chegou fazendo pose e sucesso. Pretendia fazer o percurso, mas o APS entendeu que, aos dois anos de idade, ela ainda carece (carece?) de condicionamento físico.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

CURTO E GROSSO

Domingo de diversão na mata da Várzea

Pequeno, mas cheio de adrenalina. Essa é a proposta que o APS tem para o passeio de domingo, dia 12 de dezembro. "Curto" na distância, "grosso" na demanda de obstáculos como troncos caídos e espalhados em vários trechos de mata fechada, na Várzea. Gostoso de curtir! Entre raízes, pedras, galhos, pinguelas, poças, lama, gado, cachorro, periquito e papagaio, o único problema é encontrar um gaiômetro (palavra de origem apessiana que significa medidor natural de gaia - rsssssss). O resto é brinquedo, inclusive aquela interminável ladeira do ano passado que ainda se encontra no caminho de volta. Ladeira que todos, sem exceção, precisam descer e empurrar a bike. Transpor as dificuldades leva a uma compensação, a de se deparar com uma fonte de água cristalina que supre a necessidade de moradores da região. É provável encontrar pessoas, em plena mata, indo e vindo para encher garrafões com água. Banho é difícil pela altura de onde jorra o líquido, mas dá pra se refrescar sem problemas - molhar a cabeça, abastecer a garrafinha, beber com a mão em concha, tudo de bom.

O APS sai do Parque da Jaqueira às 8h. Esteja preparado para o programa domingueiro usando capacete, luvas, câmara de ar sobressalente, protetor solar e bike revisada. Não ultrapasse o guia, não fique atrás da vassoura e siga a orientação do apoio. Use calça e camisa de mangas compridas, calçado fechado e, se preferir, leve repelente. Na mata, sempre se pode encontrar insetos. Evite tocar em arbustos e plantas que não conhece e, principalmente, evite remover raízes e troncos caídos. Acesso pra carro de apoio só na área urbana. Como em todo passeio, é bom levar documento de identidade e carteira de plano de saúde. Uma boa parte do percurso é feita em fila indiana, tenha paciência, principalmente se houver muita gente. Mantenha o senso de equipe. Com esse percurso de 25 quilômetros, entre urbano e mata, o APS encerra o ano ciclístico de 2010. Encerra, sim, já que o passeio do outro domingo, 19, é organizado pelo Corujaqueira, na sua tradicional versão do CorujAmiga, e do qual participam ciclistas de vários grupos em favor do Lar São Francisco.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

SOBE E DESCE

Alto da Telha pede prudência

O passeio foi menor do que se esperava. Dos 25 quilômetros previstos, houve três a menos. Também foi menor o número de participantes do que nas semanas anteriores - 80 deram presença pra testar suas potencialidades no sobe e desce. Do total, 10% conseguiram subir e o mesmo percentual desceu na bike. Isso não significa desistência, muito pelo contrário, venceu o bom senso de quem não se achou em condições de encarar o que Luciano Alcântara apelidou de "precipício" ou "penhasco"(rssssss). Por outro lado, não significa que quem se aventurou tenha se exposto ao risco. Risco sempre há, mas o APS torceu pela prudência de cada um dos lados. Três quebras, nenhuma queda contabilizada.

Como sempre, o bom humor foi contagiante em vários momentos. O primeiro, quando o pessoal se danou a "remexer as cadeiras" ao som do brega e do forró no bar da parada programada, ainda na mata de Passarinho. Depois, vieram as línguas de fora (risssss) e o peito arfando na hora do empurra-bike, durante a subida. E o mais engraçado, parece, quando um doce transeunte apelou para a queda dos ciclistas no momento da descida.: "Se cair, pode deixar que eu cuido dos
machocados" (rssssssss). Enfim, chegada mais cedo no Parque da Jaqueira, a tempo ainda da coordenação adiantar os preparativos do próximo passeio "curto e grosso" e também da festa do dia 19, data da confraternização mais animada do Planeta (rssss). Rapazessssss...preparem-se pro desfile. Moçasssssss...preparem-se para decidir o destino das pernas masculinas (rssssssss).

domingo, 5 de dezembro de 2010

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

PASSARINHO

Pedalada pra subir e descer

O passeio do APS, no próximo domingo, dia 5 de dezembro, tem apenas 25 quilômetros. Do total, quatro sem asfalto na Estrada de Passarinho (foto ao lado). O nível de adrenalina, no entanto, tende a aumentar no Alto da Telha, uma comunidade recifense onde vivem mais de dez mil famílias. Localizado às margens da BR 101-Norte e de difícil acesso em virtude do relevo, o Alto da Telha começa a vislumbrar a chegada do desenvolvimento através de canteiros de obras que se formam no seu entorno. Para chegar à comunidade conhecida por sua alegria e camaradagem, o APS vai enfrentar uma ladeira sinuosa de paralelepípedos. O esforço pode ser grande, mas ao atingir o topo você vai dar de cara com um povo hospitaleiro. Na ocasião, aproveite pra olhar pra trás e constatar que a paisagem é privilegiada.

Se até então, você deu boas gargalhadas ao subir a ladeira, agora é hora de tomar cuidado com a descida do Alto da Telha. O declive é tão intenso, tão intenso, mas tão intenso que é melhor esquecer a bike e descer de tirolesa ou asa delta (rssssssssss).
Na primeira visita que o APS fez ao local, há dois anos, nosso amigo Eduardo Assunção sentenciou "aqui é tão íngreme que lagartixa desce de mãos dadas pra não cair" (rssssss). O comentário ficou na história, mas a observação é pertinente.

O guia, com certeza, vai orientar o ciclista a tomar cuidado: não libere os freios de forma alguma, a ladeira tem movimento de veículos e pessoas; se não tiver segurança, é melhor empurrar a bike do que correr o risco de um acidente. De mais a mais, as recomendações são as mesmas - revise sua bike, leve câmera de ar sobressalente, use capacete e luvas, leve documento pessoal e carteira de plano de saúde, se lambuze com protetor solar, tome bastante líquido, seja solidário.
A saída é às 8h, com retorno previsto para as 11h30, no Parque da Jaqueira. Bom passeio, mais uma vez.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

PRAS BANDAS DO CABO

Passeio nas bandas do Cabo

"Mais feliz que pinto ciscando". Taí um ditado popular que dá a exata dimensão da alegria dos 128 ciclistas que mergulharam na piscina, esticaram-se na grama e se sentaram à sombra de um quiosque, depois de pedalar sob o sol escaldante da Jaqueira à Enseada dos Corais. O complexo de lazer faz parte da propriedade privada que o ciclista Wagner conseguiu para o grupo, nesse domingo 28 de novembro. Foi o passeio longo do mês transformado em verdadeiro piquenique com farofa, petiscos, sanduíches e salada de frutas. Um caldeirão, botijão... sei lá que nome se dá àquele recipiente com mais de 20 quilos de salada refrescante, que foi engolida num piscar de olhos (rssssss).


A piscina estava cheia de "profissionais" do mergulho e do nado. Mas havia também os adeptos do bronze e do banho com copinho (rsssss). A turma do "prefiro comer" dividiu-se em duas. A parte que se acomodou nas mesas e cadeiras ao redor da piscina, onde havia sol e mais espaço, e a tchurma que preferiu o quiosque, onde foi montada uma estrutura que mais parecia uma pequena praça de alimentação. Gente tinha, viu, e como tinha! É bom citar também os que deram preferência à varanda toda coberta e aberta, de frente pro mar e em localização privilegiada, aonde chegava aquela brisa marinha muitíssimo bem vinda. Ali, o que mais se encontrava era par de perna estirada (rssssssss)! O chuveirão foi uma das alternativas contra o calor.

Chegar foi fácil. O APS saiu da Jaqueira às 7h, com 73 ciclistas. Número razoável para um longo. O restante, no entanto, aguardava no meio do caminho, se agregando e aumentando o número de participantes até atingir os 128. O rítmo foi constante, as duas paradas programadas para encher a garrafinha com água foram rápidas e não se verificou nenhum problema na ida. Se chegar foi fácil, imagina permanecer naquele oásis. O problema é que a permanência foi inferior a uma hora. No melhor da brincadeira, o apitou soou - Piiiiiiiiiiiiiii, Piiiiiiiiiiii, Piiiiiiiiiiiii - e quem ouvia o Piiiiiiiiiiiii? O coordenador insistiu Piiiiiiiiiiiiii e terminou levando uma vaia. Na boa, claro, tanto que dessa vez o pessoal começou a se arrumar, não sem antes dar uma ajudinha na limpeza do local. Todos juntos, no agradecimento a Wagner e família, na foto com a coordenação do APS.

O grupo aproveitou para felicitar Trick (foto abaixo), que andou aniversariando quinta-feira e não avisou nada. "Um papagaio de pirata" contou o segredo que Trick queriiiiiia esconder (risssssssss). Bem, se chegar foi fácil, se ficar lá foi maravilhoso, imagina a volta! Melhor ainda (brincadeirinha) - o sol estava brabo, as pernas não atendiam ao comando, a musculatura se esgarçando, a cabeça pegando fogo... engraçado...ninguém reclamou nem mesmo na hora daquelas ladeiras iguaizinhas a uma montanha russa. Desceu, subiu, desceu, subiu, desceu, subiu. O APS fez um maravilhoso passeio. Chegou em pontualidade britânica, às 15h na Jaqueira, depois de pedalar 82 quilômetros.


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ENSEADA DOS CORAIS

Mergulhe fundo contra o calor

Setenta e cinco quilômetros de puro asfalto ida/volta, sem nem uma sombrinha pra refrescar o cérebro e enganar a cuca. Esse, talvez, seja o maior obstáculo que o APS enfrenta domingo 28, no passeio longo de novembro. O sol, o calor. Nem as ladeiras tipo montanha russa têm a aparência...digamos "tão abrasadora". Fazer o quê se o tempo é uma quentura só: deixar de pedalar e aguardar o período chuvoso? Uma sugestão é mentalizar a piscina, o chuveirão, os pés de cajus e maracujás, a rede no quintal e uma espécie de mirante particular que descortina uma paisagem deslumbrante da Enseada dos Corais, no Cabo de Sto. Agostinho. Esse é o cenário que o APS vai encontrar na casa que um ciclista colocou à disposição do grupo. Olha, é tudo tão bonito, tão relaxante, que a coordenação abriu mão de sua "quase" pontualidade britânica (rsssssss) só pro pessoal amenizar o calor.
A hidratação e a reposição de energia em forma de líquido, petiscos e frutas vêm de um típico ponto comercial de praia, que vai montar pequena estrutura na casa de apoio. Comanda individual. Aproveite as frutas, alimentação ideal nos dias quentes. A saída da Jaqueira é às 7h e a previsão de retorno é às 15h, ou seja, três da tarde se não houver contratempo.

Imprevistos acontecem, mas você pode ajudar a diminuir as possibilidades. Revise sua bike, revise sua bike, revise sua bike. Leve câmara de ar sobressalente, leve câmara de ar sobressalente e devolva se, por acaso, utilizar alguma emprestada. Use protetor solar, use e abuse. Longo e com rítmo mais acelerado, o passeio é desaconselhável a quem não tem condicionamento físico. Aproveite as paradas programadas para manter a garrafinha com água, mas não demore, permanecendo sempre em grupo. São 75 quilômetros, percurso todo urbano e asfaltado, ladeiras, sol intenso. Repetindo que a saída é às 7h e a volta às 15h. Se você prestou atenção a essas recomendações, ótimo. Agora, leia com mais atenção ainda: o grupo vai passar pela ponte do Paiva. O acesso a bikes, sem pedágio, ainda é obrigatoriamente na contra-mão. Pedale em fila indiana, não use as vias destinadas a carro e não pare em nenhum trecho da ponte. Muito cuidado na volta, quando os reflexos estão mais lentos devido ao cansaço físico. A casa de apoio é uma propriedade privada. O APS confia no seu bom sendo para se divertir. Lá, você vai saber quem é o amistoso tricolor que cedeu seu agradável espaço para abrigar leões, cobras e timbus (risssss).

domingo, 21 de novembro de 2010

ANIVERSÁRIO BPTRAN

Passeio ciclístico foi o espetáculo do domingo

Nem só de ciclistas se fez o passeio desse domingo, 21 de novembro. Para se divertir, participantes utilizaram também patins, pati
netes e até cadeira de rodas. O cadeirante era "seu" Ademirson que, embora tenha furado o pneu no meio do caminho, ainda conseguiu chegar até a Praça da República. Muitas bikes enfeitadas, muita alegria do pessoal e muita concentração dos grupos ciclísticos empenhados em manter a organização do público, até agora, estimado em 9 mil mil pessoas. Com a presença do Palhaço Chocolate, Forrovioca, atrizes da Rede Globo Nordeste e uma estrutura de apoio que incluía caminhão, ambulância, ônibus e policiamento motorizado, o evento comemorou o 18º aniversário do Primeiro Batalhão de Trânsito da Polícia Militar de Pernambuco. O comércio de refrigerantes, água e sorvete também entrou no clima das bicicletas e aproveitou para um extra de fim de semana. A cidade estava em festa e as ruas, coloridas.

A grande massa de gente percorreu bairros e passou por monumentos históricos e pontos turísticos do Recife, enchendo de curiosidade os olhos de quem não participou. A imensa corrente humana foi solidária, organizada e mostrou que a bicicleta está ganhando espaço como meio de transporte, seja no lazer ou no trabalho. Ali, durante o percurso de 15 quilômetros, eram todos iguais - companheiros de pedal, convidados para uma só festa livre a todas as idades. Crianças e adultos, homens e mulheres curtiram o domingo. A festa também contou com a participação de animais domésticos. Como se diz no popular - gato, cachorro, periquito, papagaio e até uma jandaia (foto), divertiram-se com os donos (rssss).

Numa realização da Rede Globo, o 18º aniversário do Primeiro Batalhão de Trânsito da PMPE distribuiu camisas alusivas ao evento entre os ciclistas que se inscreveram com dois quilos de alimentos não perecíveis. O arrecadado vai para instituições que lidam com a população carente do Recife. A inscrição também deu direito à participação em sorteio de brindes e três bicicletas. O sorteio foi realizado na Praça da República, durante parada de descanso. Ali, onde estão três dos mais importantes centros históricos do Recife - Palácio da Justiça, Palácio das Princesas e Teatro Santa Izabel - havia água para o público.

O sol estava forte e o calor parecia ainda mais insuportável por causa da grande concentração de gente no local. Esse é o quarto passeio consecutivo realizado em comemoração à criação do órgão de trânsito recifense. A parceria entre Globo/Bptran e os grupos ciclísticos organizados foi fundamental para a realização do passeio. Organizado pelo Corujaqueira, com apoio do APS, Bigode`s Pedal, Maré, Pedal Clube e Pró-Aventura, o evento mais uma vez deu show.
Abaixo, carta do Corujaqueira com agradecimentos e informações dos bastidores da festa.

Amigos do APS.

Um grande abraço, com mais de 18 mil braços. É assim que queremos deixar nosso agradecimento e abraço para todos vocês que participaram conosco do 4º passeio de aniversário do BpTran com a Rede Globo Nordeste. Alguns de vocês ajudando para valer como guias. Outros, muitos do APS, pedalando com muita alegria no meio da multidão.


Como eternos parceiros decidimos convidar pela terceira vez o APS e já tínhamos a certeza que iríamos poder contar com vocês. Pessoas muito especiais e que estão conosco em todas as nossas atividades. Sim, todas! Nas terças, nas campanhas do CorujAMIGA e nas trilhas.

O Domingo foi mais um dia de grande festa. Teve a do público em geral, que Roberta, mais uma vez com maestria e como sempre, descreve no blog de vocês e uma que acontecia em paralelo. Não excludente, mas em paralelo porque ninguém do público notava que não era uma turma só. Foi um exemplo para muitos, inclusive de outros esportes, como os grupos se respeitam e se gostam. Cada um com seu perfil, cada um com seu jeito. Nada mais natural.

Só quem estava lá no final pode comprovar nos rostos do comando do BPTran, Coronel Neto, Major Cavalcanti, Capitão Darlan e muitos batedores do batalhão o reconhecimento pelo excelente trabalho que todos nós fizemos e o agradecimento muito sincero com toda a equipe de ciclistas que estava lá. Os diretores da Rede Globo Nordeste revelaram a grande satisfação pelo sucesso do evento. E como sempre acontece no final, todos nós vimos o quanto o povo estava feliz. Só podemos dizer que nosso Domingo foi muito bom. Compartilhando um momento único. A oportunidade de realizarmos algo, visando melhorar um pouco a vida de pessoas necessitadas com os donativos arrecadados e, também, a de termos divulgado campanhas educativas para que motoristas possam respeitar mais os ciclistas, não poderia ser desperdiçada e nós aproveitamos muito bem com a ajuda de vocês.

MUITO OBRIGADO APS!
Markus, Eurico, Normando, Paulo e Olhos.
Corujaqueira - Pedala Recife!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

BPTRAN X REDE GLOBO

Pedalando no aniversário do Bptran

Domingo, 21 de novembro, é dia festivo. É quando se comemora mais um aniversário do 1º Batalhão de Trânsito da Polícia Militar de Pernambuco. O evento em grande estilo tem iniciativa da Rede Globo, atrações como a Frevioca e passagem por pontos turísticos e históricos da cidade. Organizada pelo Corujaqueira, a pedalada também tem a participação de ciclistas do APS, Bigode`s Pedal, Maré Bikers, Pedal Clube e Pró-Aventura. É o quarto ano consecutivo que a festa se realiza, reunindo um grande público, calculado em mais de oito mil pessoas, em 2009. Este ano, as estimativas sobem a mais de 10 mil ciclistas.
O APS sai do Parque da Jaqueira, como todos os domingos, às 8h, dirigindo-se ao Quartel do Derby, local da concentração geral.

O passeio ciclístico está previsto em 15 quilômetros, passando por bairros como Graças, Boa Vista, Santo Antônio e São José e contemplando monumentos arquitetônicos da cidade, entre eles, Faculdade de Direito, Assembleia Legislativa, Biblioteca Pública e Prefeitura do Recife. O descanso é na Praça da República, onde se localizam o Palácio do Campo das Princesas, Tribunal de Justiça e o Teatro de Santa Izabel. A previsão de encerramento é às 11h, de volta ao Quartel do Derby. De lá, o APS retorna à Jaqueira.


Além do caráter festivo, o passeio tem o objetivo de ajudar comunidades carentes indicadas pelo Bptran e PMPE. Colabore você também fazendo a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis. Os donativos podem ser trocados pela camisa alusiva ao passeio e pelo informativo de todo o percurso. A troca é feita na quadra esportiva do QG do Derby e também nas farmácias Carrefur, nos supermercados do mesmo nome, em Boa Viagem e na Torre. No ano passado, mais de oito toneladas de alimentos foram arrecadadas. Este ano, com sua ajuda, o resultado pode ser ainda maior e melhor.

domingo, 7 de novembro de 2010

CORREDEIRAS

Trilha reúne mais de 140

De onde saiu tanta gente, minha gente? Cento e quarenta e três ciclistas pedalando pelas trilhas do antigo Engenho São João, na Várzea, enfrentando uma mistura de asfalto, mata e calor. Cento e quarenta e três, quebrando o recorde que já foi de 111. A chuvinha fina no começo da manhã transformou-se em solzão de rachar bem na hora do grupo sair da Jaqueira. O pessoal, no entanto, estava animado e nenhuma mudança de tempo seria capaz de quebrar o ritmo daquela fila quilométrica de gente montada em bike e despertando curiosidade pelas ruas por onde passava. Todo esforço tinha o objetivo de chegar àquelas águas de rio que correm ligeiras e embelezam as vizinhanças entre Recife e Camaragibe. Como se diz na gíria atual, o passeio bombou. Ou seja, arrasou, foi ótimo, tudo de bom apesar das dez quedas e oito quebras. Nada grave, muito pelo contrário, quem caiu riu de si mesmo.

Nas corredeiras, uma parada de vinte minutos que se ampliou para quarenta. Nem todo mundo aderiu ao banho. Teve gente que preferiu se deitar nas pedras e curtir o descanso; uma turma dedicou o tempo a explorar o local; alguns só molharam os pés, enquanto outros molharam tudo. Fazer o quê se gosto não se discute? Nesse caso, unanimidade mesmo só o sucesso da "hidro romana", uma piscina natural, assim apelidada por causa da quantidade de homens se banhando (rsssssss), até que uma mulher quebrou a hegemonia masculina. Se você não estava lá, precisava ter visto a choradeira quando o guia apitou e gritou: "Olha a hora, minha gente!" Até porque "a hora" significava subir uma ladeira bem alta e cheia de fendas, buracos e pedras. Depois dela, era a vez da descida sinuosa que levou dez pessoas ao chão.

CURTAS - muita gente pedalando com o APS pela primeira vez; muita gente reaparecendo no APS depois de um longo período de "férias"; APS e PEDAL se encontraram no meio do caminho, despedindo-se logo ali na esquina, cada qual no seu roteiro; Zé Pequeno está de volta, viva ele; Gilsão, de parabéns pelo apoio que deu a um dos novatos; o APS atrasou a chegada ao parque da Jaqueira em uma hora - também... reflita - já pensou em 143 pessoas fazendo trilha em fila indiana?

terça-feira, 2 de novembro de 2010

CORREDEIRAS

Caia nesta fria

Quem não for, vai perder o mergulho gelado nas corredeiras que passam pelo antigo Engenho São João, na Várzea, hoje mais conhecido como terras de Brennand. Leve sua roupa de banho porque o passeio vai ser "O 10", do jeito que todo mundo gosta. Um misto de atrativos urbanos e rurais, além daquela beleza incomparável que existe em todo cenário natural. O APS vai sair do Parque da Jaqueira, às 8h, com previsão de 30 quilômetros e retorno lá pelo meio-dia. O primeiro alerta, logo de início, é a ponte que liga o Parque de Santana à Torre: uma passagem de pedestres, ciclistas e motociclistas, com trânsito bem próximo a residências da comunidade da Angélica. Passou por aí, continue ligado, seguindo o guia, acatando a orientação do apoio e sempre à frente do ciclista vassoura, mantendo o grupo unido.

O percurso contempla dois trechos de mata, um deles foi feito pelo APS, em sentido inverso, no longo de agosto. Ali pertinho estão as correedeiras (foto abaixo). Lindas, cortando rochas escuras com cavidades mais conhecidas por caldeirões, as corredeiras propiciam lazer e subsistência a muita gente da região. Por isso, embora o local seja isolado, não estranhe se encontrar pescadores e moradores se refrescando ou apenas transitando por ali. Também é possível dar bom dia a ciclistas que buscam a paisagem relaxante pra recomeçar a rotina da semana.

Apesar do afastamento de centros urbanos, as imediações dão sinal negativo do contato com a civilização, ou seja, garrafas pet e de cerveja estão ali jogadas, iniciando a poluição do ambiente. Neste domingo, além do passeio, o APS propõe um ação de cidadania - leve saco plástico e recolha o lixo que encontrar. O resultado deve ser jogado na primeira lixeira na localidade de Cosme e Damião, bairro de Camaragibe. A saída da localidade reserva uma descida longa (foto abaixo), que dá acesso ao ateliê de Francisco Brennand. Embora pouco acidentada, a ladeira exige cuidado. Bom passeio.


domingo, 31 de outubro de 2010

PERNAS

Concurso vira tradição e ganha adeptos

Tudo começou quase no fim do ano de 2005. Um atento olhar feminino chamou a atenção das demais mulheres para as pernas de Paixão. Imediatamente, aquele musculoso e torneado sustentáculo foi aclamado representante masculino das pernas APS. Uma brincadeira ocasional que virou tradição na festa de fim de ano do grupo ciclístico. No ano seguinte, o concurso já estava instituído com direito a desfile e público votante nos primeiro, segundo e terceiro lugares.

Múcio foi o vencedor da vez, levando faixa, troféu e um book fotográfico (rsssssss). Em 2007, o evento tomava proporções espetaculares devido ao número de candidatos proprietários dos mais diversos estilos de membros inferiores do corpo humano. Sabiamente, para atender à variação de gosto, o APS reformula o concurso, introduz normas e cria as categorias: Beleza da Natureza, Toni Ramos, Café com Leite e Olívia Palito (rsssssssssss).

Os homens concorrem compulsoriamente e não adianta reclamar (rssssss); pernas à mostra, mesmo que tenham que levantar as pernas da bermuda (rssssss); o júri é unicamente composto de mulheres; as esposas dos concorrentes têm o livre arbítrio de votar em quem quiser; o júri dispõe de auxiliares femininos que podem...digamos...conferir as pernas, não da bermuda, mas dos concorrentes (rsssss); o vencedor de Beleza da Natureza deve ser assíduo frequentador apessiano; o vencedor de Beleza da Natureza perde o título e devolve faixa e trofeu se desaparecer do APS por três meses sem apresentar justo motivo. Novas regras podem ser aprovadas este ano, mas por enquanto essas ainda estão valendo.

Casado com Ruth, Paixão foi um autêntico representante. Está meio afastado, mas honrou o reinado e passou a faixa a Múcio, no ano seguinte. Múcio também anda desaparecido das pedaladas, mas a amizade continua a todo vapor. Júnior Gás e Botelho foram os respectivos vencedores em 2007 e 2008. Gilson, atual representante das pernas masculinas APS, eleito em 2009 para reinar em 2010, é também um dos apoios do grupo. É ele quem vai passar o império ao próximo escolhido, em dezembro.

Como toda tradição que se preza, o concurso tem suas histórias. Sobre Paixão, por exemplo, embora afastado das pedaladas, ele e Rute continuam mantendo contato com o grupo. Vai não vai, reaparecem, pedalam e matam as saudades. Múcio, um grande sortudo, chegou a ser vetado pela coordenação de participar de qualquer sorteio. Depois que abocanhou o título, foi sorteado com uma bicicleta, um capacete, um par de luvas e outros apetrechos. Milton, que ainda não tinha sido citado neste texto, nunca perdeu na categoria Café com Leite. Fernando ET é outro que se consagrou pela continuidade no título Olívia Palito (rssssss).

Quem serão os vencedores do próximo concurso? Esta é uma incógnita que o público só poderá descobrir no dia da festa, provavelmente 19 de dezembro. Alguns detalhes são implícitos ao título. Para ser Beleza da Natureza, por exemplo, as pernas não precisam ser as mais lindas. Afinal, o APS reconhece que gosto é gosto e ninguém discute. O andar, o carisma, o conjunto, tudo pode despertar a atenção e o voto feminino. Voto soberano, diga-se de passagem, e não adianta boca de urna. Os concorrentes já podem se preparar no leg 45 (aparelho de musculação), no bronzeamento joelhos abaixo, no regime de espinafre e nos cacheados dos pelos das pernas. Só das pernas, Toni Ramos, não precisa tórax cabeludo (rsssssssss).

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

LONGO

Grupo explora Cova da Onça

Excluindo o excesso de quebras, quedas, ausência de onça, bar de Antônio fechado, banho cancelado o longo de outubro foi 100. Moral elevada, senso de humor, descontração, palavrinhas mágicas para vencer inúmeros obstáculos. Só de ladeira, sete, sendo três subidas e quatro descidas daquelas de deixar ciclista arfando. UFA! Isso nã
o significa falta de superação, muito pelo contrário, todo mundo encarou os desafios numa boa, principalmente ao descer a ladeira que dá acesso à Cova da Onça. Barro escorregadio, só aí foram três quedas e, provavelmente, a causa principal de tanta bike danificada. Tudo começou às 6h quando, entre a chuva e o calor da cama, 53 ciclistas optaram pela chuva persistente. Às 7h, o grupo já estava nas ruas de bairros recifenses como Jaqueira, Água Fria, Arruda, passou por Olinda, entrou em Paulista pelo viaduto da BR 101-Norte, admirou-se com a quantidade de gente em visita aos familiares no complexo de presídios do Cotel, Creed e Colônia Penal Feminina. Aqui já era início do trecho superior a 20 quilômetros sem pavimentação como Reserva de Caetés e estrada da Cova da Onça.

Nem cova, nem onça, nem Antônio do bar, nem arrumadinho de charque, muito menos banho de rio. Tudo fechado, apesar do entendimento prévio com a coordenação do APS. Antônio alegou a chuva, pensou que ninguém pedala naquelas condições meteorológicas (rsssssssss) e fechou o comércio. "Tem nada, não!" Mais incentivado ainda, o grupo foi bater na porta de Sardinha, bar de Biu Mariano que, não por acaso, vem a ser o pai de Antônio do Rio. Sardinha é um senhor simpático, mas ficou maluco quando viu aquela aglomeração tomando todos os espaços do bar, inclusive a cozinha (foto acima). Sardinha quase enlouquece. Como se diz popularmente - "era um olho no padre e outro na missa". Ou seja, Sardinha tinha que dar conta do serviço e ao mesmo tempo contabilizar o caixa. Loucura, gente, saiu todo o estoque de camarão, cabidela, bode, macaxeira, mão de vaca, mão de boi, mão de gente...não de gente, não (rssssssss). O bar tem placas engraçadas- homem chifrudo é curioso, é proibido permanecer sem camisa aos "sábados e domingos" e um anúncio de ração canina carrega imagem de cavalo (rsssssssss).

O banho no bar do rio de Antônio foi mesmo cancelado, claro, se o bar estava fechado, o rio também. Mas uma informação confidencial no bar de Sardinha caiu nos ouvidos de alguns pouquíssimos ciclistas - um trecho de rio (foto acima) passava ali atrás. O único problema é que é área privada e era preciso autorização para banho. O zelador autorizou a entrada de três "jovens senhoras" (rssssss), mas dois garbosos senhores perceberam tudo de longe e se fizeram felizes naquele oásis da onça. Que lugarzinho legal, viu? Você vai ver tudo nas fotos, inclusive conferir os obstáculos da volta. Mais lama, mais chuva, mais ladeira, mais estrada, BR, pontilhão... Enfim, com duas horas de atraso na volta, o APS colocou os pés na Jaqueira. Que eu saiba, ninguém reclamou (rsssssssssssss).

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

COVA DA ONÇA

Oba! Domingo tem banho de rio

Banho de rio (foto abaixo) com água geladinha e transparente aguarda o ciclista APS, no próximo domingo, dia 24 de outubro. Apenas não espere o rio só pra você. É cheio, muita gente das redondezas da Cova da Onça, em Paulista, aporta sempre por lá nos fins de semana. A água pode até parecer turva devido à agitação do pessoal brincando e pulando, mas é limpa e cristalina. O movimento é intenso na estrada de barro, ladeada de mato e sítios.



Carro, moto, bike, fazem parte do cenário que o grupo também vai compor. Estimado em cerca de 60 quilômetros, o passeio sai do Parque da Jaqueira uma hora mais cedo do que o habitual - às 7h - com previsão de retorno às 13h. É o longo do mês de outubro, antecipado em uma semana por conta da eleição de segundo turno, marcada para o domingo 31. Vai ser uma diversão e tanto, mas pra ser ainda melhor esteja com tudo em cima: capacete, luvas, bike revisada, câmara de ar sobressalente, disposição, bom humor, solidariedade.

Ah, leve um dinheirinho, tá? porque o bar do rio vende uns petiscos deliciosos, principalmente aquele arrumadinho de charque, fácil de repetir. Antônio, o proprietário, é uma correria só, de um lado a outro, pra dar conta do serviço. Mas tenha cuidado com o bucho cheio na volta. Barriga pesada dificulta digestão e concentração.

O roteiro está cheio de atrativos como viaduto e pontilhão, BR (muitíssima atenção), mata de Caetés (sem pavimentação), estrada de Mumbeca (em obras), ladeira pra subir e descer (foto abaixo - perigosa e escorregadia, principalmente se chover). Apesar do local chamar-se Cova da Onça, você pode contar com muitos bichos no meio do caminho, inclusive preguiça, menos com a doce e delicada felina (rssssss).


domingo, 17 de outubro de 2010

PASSEIO CICLÍSTICO

APS conduz pedalada
em Boa Viagem


O APS conduziu, nesse domingo 17 de outubro, o II Passeio Ciclístico promovido em parceria pela Força Aérea, Conselho Regional de Odontologia e Universidade de Pernambuco. As instituições davam início às comemorações das Semanas da Aviação e do Combate ao Câncer de Boca. O APS saiu do Parque da Jaqueira com 124 ciclistas, dirigindo-se à Vila dos Sargentos, em Piedade, onde se concentrava o público da Aeronáutica, Conselho de Odontologia e UPE. O total de participantes ficou em torno de 350 pessoas. Ao lado, foto de representantes do C.R.O e UPE que receberam, na Jaqueira, inscrições e doações de alimentos não perecíveis, feitas por ciclistas APS, que serão distribuídas entre comunidades carentes. No fim do passeio, houve sorteio de brindes e cinco bicicletas. Dois dos nossos ciclistas foram sorteados com KIT da Oral B.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

AERONÁUTICA X CRO

APS conduz passeio comemorativo

Neste próximo domingo, 17 de outubro, o APS vai mais uma vez conduzir o passeio ciclístico que o Comando Aéreo realiza em parceria com o Conselho Regional de Odontologia. As instituições programaram diversas atividades, públicas e gratuitas, entre palestras, cursos, ações preventivas ao câncer de boca e arrecadação de alimentos para comunidades carentes. O passeio ciclístico inicia a programação que tem por objetivo comemorar a Semana da Asa e a do Combate ao Câncer de Boca. O APS sai pedalando do Parque da Jaqueira, às 8h, e vai direto para o comando aeronáutico. De lá, a partir das 9h, são mais 12 quilômetros entre as Avenidas Boa Viagem e Domingos Ferreira, com parada programada para hidratação no II Jardim de Boa Viagem. Inscreva-se com dois quilos de alimento não perecível para receber a camisa alusiva à data e participar do sorteio de brindes, incluindo bicicletas. O II Passeio Ciclístico Comar/CRO dispõe de apoio de ambulância, Bptran e CTTU. Os ciclistas do APS podem se inscrever no Parque da Jaqueira, a partir das 7h20. Os cinquenta primeiros inscritos recebem a camisa na hora. A coordenação disponibilizou um carro onde você pode deixar as doações que forem entregues no local de concentração do grupo.

Evento - II Passeio Ciclístico Comando Aéreo / Conselho Regional de Odontologia
Objetivo - comemoração das Semanas da Asa e do Combate ao Câncer de Boca
Data
- próximo domingo, 17 de outubro
Inscrição
para o ciclista APS - na concentração, a partir das 7h20
Donativos
- 2 quilos de alimentos não perecíveis, exceto sal
Camisa
para o ciclista APS- 50 primeiros inscritos
Saída do APS da Jaqueira
- 8h, pedalando até a Aeronáutica
Início do passeio comemorativo - 9h
Roteiro
do passeio comemorativo - Avenida Boa Viagem, parada no II Jardim, Avenida Domingos Ferreira, Avenida Armindo Moura, Vila dos Sargentos
Atrações
- sorteio de brindes e de bicicletas, mesa de frutas
Retorno à Jaqueira - previsão meio-dia
Distância
- Passeio completo para o APS, cerca de 42 quilômetros (Jaqueira, Aeronáutica, Boa Viagem, retorno à Aeronáutica, retorno à Jaqueira. (Abaixo, foto do passeio 2009)



domingo, 10 de outubro de 2010

SEMANA COMEMORATIVA

Aguarde informações sobre o próximo passeio do APS. O grupo conduzirá a pedalada que a Aeronáutica realiza em parceria com o Conselho Regional de odontologia. O primeiro, comemorando a Semana da Asa; o segundo, a Semana de Combate ao Câncer de Boca. O APS sairá às 8h da Jaqueira direto para o Comando Aéreo, de onde o passeio geral sai às 9h.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

SOS PREGUIÇA

O bicho é muito zen

De longe, ilusão de ótica. O bicho no chão seco mais parecia um animalzinho atropelado. Cão ou gato, sei lá. Ainda mais porque, bem próximo, lá estava um carro parado e dois rapazes fotografando o corpo aparentemente inerte. Mera ilusão de ótica. Totalmente zen, atravessando a estrada de barro, a poeira rolava solta e ele nem aí! Naquela lentidão, como se as horas não tivessem qualquer importância, quanto tempo levaria pra chegar ao outro lado? O cara era paradão mesmo, andar de filme rodado em câmera lenta. Devagar, nem lhe passava pela cabeça a possibilidade de ser amassado por um daqueles poucos veículos, a toda velocidade, naquele fim de mundo. Eu hein, que criatura era aquela sem qualquer noção de perigo? Taí, um bom motivo pra reflexão - como se pode ser tão calmo e tranquilo, sem expectativa e ansiedade hoje em dia? Aos poucos, a figura que não se conseguia identificar àquela distância, foi tomando forma. Devagar assim... devagar assim...preguiçoso desse jeito só mesmo o bicho-preguiça.

Ah, ham, peguei você!
Ai, tá doido, é? Tá pensando o quê? Nãaaaao, meu filho, só quero tirar você daqui, vou deixar você naquele pé de embaúba pra você ficar mais tranquilo ainda, comendo folhas pro resto dos seus 50 anos de vida. Num é do que você mais gosta, comer folhas de embaúba, num é? Sei disso. Só não sabia que você era desdentado, pensei até que você fosse me morder. Olha, me disseram que você anda devagar por causa dos pelos. Como eles são muito grossos você evita agitação pra não suar. É verdade?

Cara, você é uma figura muito engraçada. Caminha quase parado, mas é rápido no uso das garras afiadas. De pelos duros da cor dos troncos das árvores brasileiras (foto abaixo), o corpo é estranho, embora ágil quando se sente ameaçado. Me lembra um contorcionista, é capaz de virar a cabeça num ângulo - me parece - de 180 graus só pra encarar seu maior predador - o homem. Não, eu não, nem pense isso de mim. Por favor, eu hein...Tô dizendo "o homem" de uma maneira geral.


Ai, você é tão bonitinho, parece que vive sorrindo. Mas me deu um susto danado, tão grande que quase desisto da experiência inédita de colocar um bicho-preguiça nos braços. Bem, não foi tão nos braços assim. Havia uma distância entre nós, claro, mas juro que não foi preconceito. Era você com medo de mim e eu com medo de você, principalmente quando você fez aquele som de chaleira fanhosa. Aquilo foi com a boca ou com o nariz, hein. me conta, vai, tô morrendo de curiosidade. "Visse" meu grito?

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

G1 & G2

Surge uma nova dupla de cantores

O aniversário do APS lançaria no mercado fonográfico a mais nova dupla de cantores. Os gêmeos G1 e G2 deveriam se apresentar durante a badalada festa, no dia 26 de setembro, enquanto o grupo ciclístico comemorava seis anos de pedalada pelas ruas da Região Metropolitana. Seria surpresa, mas a notícia vazou, ninguém sabe como. Na expectativa, as fãs ficaram em algazarra. Preocupada com a repercussão do fato e com a possível perda de conttrole do fã clube, a coordenação do APS desistiu do intento sem qualquer comentário nem explicação ao público presente. Depois, no entanto, tamanha a insistência da editoria do blog, a coordenação informou que aquele seria o grande dia da dupla, mas o recinto aberto poderia comprometer a segurança dos convidados. Informou ainda que a dupla deve se apresentar em data a ser novamente marcada, no entanto, em local fechado, com severo controle. O objetivo é evitar superlotação, ingressos esgotados antes da hora, ação de cambistas e, assim, lançar a dupla em estilo proporcional à qualidade dos novos cantores. Em primeira mão, o blog publica o baner de lançamento. A dupla tem tudo para ser o novo fenômeno musical. Não um fenômeno passageiro, mas de longa duração, permanecendo para agradar a várias gerações. G1 e G2 têm carisma, são l-i-n-d-o-s e, por enquanto, estão solteiros. Um deles tem namorada, o outro garante a solteirice. O problema é saber quem é quem. Aguarde a grande data.

Obs: o trabalho acima, resultado de foto e montagem de Roberta e Tomaz, a partir de baner de dupla profissional, é apenas uma brincadeira devida e previamente autorizada pelos amigos G1 & G2.

domingo, 26 de setembro de 2010

UFA!

APS comemora seis anos em dia de muita correria

Um Parabéns pra Você foi a deixa de Gil pra que Wagner (foto abaixo) soltasse rojões no Parque da Jaqueira, antes da pedalada Adote um Vira-Lata. O pessoal riu, gargalhou até, pensando na "coincidência" dos fatos. Não, não foi coincidência, foi homenagem mesmo ao grupo que, há seis anos, dedica os domingos a uma pedalada de cultura e lazer ao lado de amigos. Homenagem ao grupo que faz de cada programa um conhecimento a mais - um lugar diferente, bairros e ruas pelos quais nunca se passou e, se passou, foi com certeza sem se dar conta de suas pecualiaridades. Esse é o APS, o que vivencia datas culturais, que faz do carnaval uma festa gostosa mesmo pra quem não curte; que faz o São João voltar a ser o que era, colorido pelos trajes da roça; o grupo que pedala brincando, cantando, rindo, sem esquecer a tamanha responsabilidade que é a de se fazer confiar
.

Parecia mais aniversário de 15 anos. Não pela idade, claro, o APS tem só seis aninhos. Mas pelo cenário de esfuziantes e barulhentos adolescentes, livres para comer e tomar coquetel de frutas, sem álcool, com autorização dos pais (rsssssss). Faltou a valsa no meio do salão, mas quem ia se lembrar de valsa em meio a uma espécie de "pescaria", brincadeira infantil em que a criança puxa a fitinha e lá vem o prêmio colado ou amarrado à outra extremidade da fita. Só que nessa brincadeira, ganha quem tem sorte. Na comemoração do APS, não. Todos receberam uma lembrancinha, daquele tipo que a gente compra a rodo pra não esquecer ninguém. Ninguém mesmo. Meias, toalhinhas e porta celular da grife APS, cubo mágico, capa de chuva, óleo lubrificante, porta-recados, cortesia de corte de cabelo em Edelson, cd, vinho e garrafinhas. É difícil juntar gregos e troianos num só recinto, mas acredite, a coisa estava tão amistosa que a coordenação só computou um machão descontente com o brinde cor-de-rosa. Tanto fez que trocou a peça sem saber que o rosa é a cor do futuro. Foto abaixo meramente ilustrativa (rssssssss).

Eram mais de setenta ciclistas ocupando, literalmente, a metade do espaço do Porto do Mar, bar e restaurante que abriu as portas para a realização da festa. Era tanta boca aberta mostrando os dentes em largo sorriso que, a princípio, podia-se pensar que era comemoração de dentista. Mas as miniaturas de bike enfeitando o bolo tiravam qualquer dúvida que pudesse pairar no ambiente. Comida e bebida era muita, mas o consumo maior, acredite se quiser, foi de refrigerante e água. Significa que o APS por si só inebria, sem necessidade de álcool (rssssssss). Agregado ao cardápio ainda chegou um tal de um delicioso sorvete cinco estrelas, cortesia do casal Míriam Sonoda e Roberto Lugo. No meio dos comes e bebes, rolou uma fofoca gastronômica: um dos ciclistas se despedia porque "a festa estava chata, sem amendoim, sem camarão, sem batata frita, sem prato principal, sem bolo, sem sorvete, sem cerveja, sem refrigerante". A conversa chegou aos ouvidos da coordenação e tudo se esclareceu naturalmente: o problema não era o cardápio, mas o estômago do rapaz que ficou pequeno diante de tanta opção. Foto abaixo meramente ilustrativa (rsssssssssss).

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

UFA!

APS comemora seis anos em dia de muita correria

EDITANDO TEXTO

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

SEM TAPIOCA

APS perde tapioca mas não perde rebolado

Transferidas para a Praça do Carmo por causa das obras de requalificação do Alto da Sé, ainda não foi nesse domingo 19 de setembro que as tapioqueiras de Olinda fizeram a alegria do paladar apessiano. O grupo perdeu a tapioca, mas não perdeu o rebolado. Literalmente deu a volta por cima e foi bater no ponto mais alto da cidade vizinha: a mesma Sé. Sem tapioca, adotou um restaurante bar muito bem decorado com artesanato e bonecos gigantes do artista plástico Silvio Botelho. O grupo reclamou um pouquinho dos preços meio "salgados", mas há que se convir que com os trabalhos de recuperação daquela área turística são poucos os pontos comerciais abertos. Foi lá mesmo que o APS aproveitou a bem montada estrutura para tirar muitas e muitas fotos (acima). Álbum de recordação, claro, principalmente para o ciclista alagoano Manuel Fininho, que estava bem à vontade, em sua primeira vez no grupo. Olhe, tinha estátua de Lampião e Maria Bonita, aqueles bonecos de papelão com a cara furada, cenário de carnaval e um quiosque onde o povo se aboletou pra garantir a matança da sede. O bar vizinho também estava aberto e a gente aproveitou pra fotografar (abaixo) uma espécie de Eva de formas robustas e folha de parreira cobrindo...bem... cobrindo as partes íntimas. Eva que é Eva não dá bobeira, mas Gabriel foi mais rápido (rsssssssss)!

Fininho não era o único novato. Havia um americano bem bonitão que conversava em Português sem causar vexame. Meninas, acalmem-se por favor, não perguntei o nome dele (rssssss). Perguntei o dos outros novatos: Gustavo, Alison.... João... não...Paulo... Érika...Regina... Luciene...não (ah, meu Deus, como é mesmo? Dandan, me salva, existe HD humano pra comprar?). Bom, o importante não é o nome, mas a pessoa ali, interagindo, gostando, participando. A volta foi pela Ladeira da Misericórdia, "afe, missericórdia"! O APS orientou quanto aos cuidados necessários e, a cada esquina, colocou um ciclista apoio para ninguém se perder no caminho de muitas descidas até a parte baixa da cidade. Nos seus 91 ciclistas o grupo estava coeso e tudo saiu bem nos 25 quilômetros de passeio, excluindo-se a queda de Gilson que foi de arrombar capacete. De bom humor, Gilsão perdeu freios e sapatos além de arranhar o joelho. Contada ao lado, margem esquerda, a queda deixou um capacete pra servir de exemplo. Compre capacete, use capacete, não esqueça o capacete. Bem ajustado à cabeça, capacete pode não ser infalível, mas que ajuda, ajuda e muito. Já no Recife, mais precisamente em Campo Grande, o APS dá um flagra fotográfico em "Marido". Olha daqui, olha dali, aperta os olhos e...meu Deus, "Marido" acompanhado. Ufa, ainda bem! Era a cunhada Niara, ciclista apessiana (rsssss).

domingo, 19 de setembro de 2010

SEM TAPIOCA

EDITANDO TEXTO

SEM TAPIOCA

APS perde tapioca mas não perde rebolado

Transferidas para a Praça do Carmo por causa das obras de requalificação do Alto da Sé, ainda não foi nesse domingo 19 de setembro que as tapioqueiras de Olinda fizeram a alegria do paladar apessiano. O grupo perdeu a tapioca, mas não perdeu o rebolado. Literalmente deu a volta por cima e foi bater no ponto mais alto da cidade vizinha: a mesma Sé. Sem tapioca, adotou um restaurante bar muito bem decorado com artesanato e bonecos gigantes do artista plástico Silvio Botelho. O grupo reclamou um pouquinho dos preços meio "salgados", mas há que se convir que com os trabalhos de recuperação daquela área turística são poucos os pontos comerciais abertos. Foi lá mesmo que o APS aproveitou a bem montada estrutura para tirar muitas e muitas fotos (acima). Álbum de recordação, claro, principalmente para o ciclista alagoano Manuel Fininho, que estava bem à vontade, em sua primeira vez no grupo. Olhe, tinha estátua de Lampião e Maria Bonita, aqueles bonecos de papelão com a cara furada, cenário de carnaval e um quiosque onde o povo se aboletou pra garantir a matança da sede. O bar vizinho também estava aberto e a gente aproveitou pra fotografar (abaixo) uma espécie de Eva de formas robustas e folha de parreira cobrindo...bem... cobrindo as partes íntimas. Eva que é Eva não dá bobeira, mas Gabriel foi mais rápido (rsssssssss)!

Fininho não era o único novato. Havia um americano bem bonitão que conversava em Português sem causar vexame. Meninas, acalmem-se por favor, não perguntei o nome dele (rssssss). Perguntei o dos outros novatos: Gustavo, Alison.... João...não... (ah, meu Deus, como é mesmo? Dandan, me salva, existe HD humano pra comprar?). Bom, o importante não é o nome, mas a pessoa ali, interagindo, gostando, participando. A volta foi pela Ladeira da Misericórdia, "afe, missericórdia"! O APS orientou quanto aos cuidados necessários e, a cada esquina, colocou um ciclista apoio para ninguém se perder no caminho de muitas descidas até a parte baixa da cidade. Nos seus 91 ciclistas o grupo estava coeso e tudo saiu bem nos 25 quilômetros de passeio, excluindo-se a queda de Gilson que foi de arrombar capacete. De bom humor, Gilsão perdeu freios e sapatos além de arranhar o joelho? Contada ao lado, margem esquerda, a queda deixou um capacete pra servir de exemplo. Compre capacete, use capacete, não esqueça o capacete. Bem ajustado à cabeça, capacete pode não ser infalível, mas que ajuda, ajuda e muito. Já no Recife, mais precisamente em Campo Grande, o APS dá um flagra fotográfico em "Marido". Olha daqui, olha dali, aperta os olhos e...meu Deus, "Marido" acompanhado. Ufa, ainda bem! Era a cunhada Niara, ciclista apessiana (rsssss).

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

OLINDA

O prazer de comer tapioca


Passeio obrigatório de todo turista, e por que não dizer de vizinhos e moradores também, o Alto da Sé de Olinda está na programação do APS, no próximo domingo, dia 19 de setembro. Atingir o Alto é sinônimo de comer tapioca, iguaria de origem indígena, feita da farinha da mandioca. Ah, a tapioca!

Tipicamente nordestina, de sabor inigualável, a tapioca olindense tem um quê de qualquer coisa que ninguém explica. É tão gostosa que leva o título de Patrimônio Imaterial e Cultural da Cidade. Consolidada pela Prefeitura e pelo Conselho de Preservação do Sítio Histórico, em 2006, a honraria teve total apoio da Associação das Tapioqueiras, que reúne mais de quarenta mulheres.

A tapioca (foto acima do wikipidia) vem do século XVI, com o incentivo à criação das casas de farinha. Ao longo dos séculos e, principalmente nesses tempos modernos, a iguaria sofreu modificações com recheios diversos. É tapioca com queijo, coco e queijo, tapioca com banana, brigadeiro, tapioca com cuscuz, com charque, com ovo, tapioca com isso e tapioca com aquilo (rssssss). Tem até tapioca feito sanduíche de três, quatro andares, que mais parece um jantar de sexta-feira comemorativa. A gastronomia nordestina já incorporou essa diversificação de sabores, mas é preciso esclarecer que a única tapioca a receber o prêmio de Patrimônio Imaterial é a tradicional tapioca com coco seco ralado.

Bem, subir a Sé, de bike ou andando, tem ainda outros atrativos que fazem do passeio um domingo legal. Shoppings têm praças de alimentação, Olinda tem praça a céu aberto, ali no ponto mais alto da cidade. O casario colorido e secular, as lojinhas de artesanato, o entorno de coqueirais, as vivas ladeiras de tantos carnavais e as inúmeras igrejas merecem destaque e inspiram poetas, escritores e amores. Vai, senta ali, naquele banquinho, e depois me diz se não é verdade (rssssssssss)!


domingo, 12 de setembro de 2010

DE CORES E RITOS

Domingo apessiano é feito de homenagens

Na primeira, lá estava a figura de Simpa, que vestiu-se de vermelho e preto e pedalou reverenciando o time que adora. Brincadeiras à parte, Simpa era figura visível logo à entrada do Parque da Jaqueira. Que seria do verde se todos gostassem do amarelo?

Na segunda homenagem, ciclistas de diferenciados credos, respeitosamente visitaram o Santuário de Mãe Rainha, uma bela construção católica em meio a r
uínas seculares. Que seria da humanidade se não houvesse o princípio do respeito às diferenças?

Na terceira, uma inserção no roteiro transforma uma visita-surpresa numa festa de abraço. O que seria do mundo sem a dimensão de um simples gesto?

O APS saiu do Parque da Jaqueira às 8h, com 87 ciclistas. O passeio de 25 quilômetros marcou o retorno às pedaladas domingueiras depois do feriadão. Embora tenha sido apenas um fim de semana, a saudade do descontraído grupo era grande. Pessoal animado, novatos e veteranos interagiam como já se conhecessem a tempos. O assunto no bate-papo se didivia
entre a festa de aniversário (no próximo dia 26) e as peripécias de quem viajou e de quem não saiu de casa no Sete de Setembro. O passeio foi tranquilo, apesar das quatro quebras. Ninguém caiu nem mesmo reclamou da ladeira que dá acesso ao santuário, em Ouro Preto, Olinda. Bem...reclamar...reclamaram, "né", mas pra tudo se dá um jeito. Empurra a bike, pede ao marido pra levar a dele e a dela (rssssssssss), para e senta no meio do caminho, bota a língua pra fora, faz beicinho, diz que não aguenta mais. No final, tchan, tchan, tchan...vê que o esforço valeu a pena.

Mãe Rainha fica no alto de uma colina, em meio ao acesso à Rede
Globo. Construído em 1992, o santuário vai completar 18 anos no dia 12 de outubro. A festa começa duas semanas antes, com a peregrinação de romeiros de todo Brasil e do exterior. O maior número vem do Nordeste, em caravanas. São fieis a Maria Santíssima. Em todos os seus detalhes, o Santuário é réplica perfeita do que existe na cidade de Schoenstatt, na Alemanha, o primeiro construído no mundo e onde se originou o movimento de devoção mariano. O primeiro do Brasil está situado em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Os ciclistas aproveitaram o clima de paz que existe lá em cima, onde a missa é campal, entre árvores e flores.

Como ninguém é de ferro, antes de deixar o Mãe Rainha para se aventurar por outras ladeiras de Ouro Preto, o APS fez aquele lanchinho básico, bem básico (rssssssss
ss), ali mesmo na cantina do Santuário. Que preguiça, hein! Trocar a brisa suave pelo esforço muscular até parecia difícil, mas tudo faz parte da brincadeira de pedalar. Além disso, o grupo estava bem próximo à casa do grande Zé Pequeno e era preciso dar um abraço no amigo. Foi visita rápida, surpresa geral, porque ninguém sabia - não estava no roteiro nem Zé tinha sido avisado. Zé é ótimo, queria colocar mais água no feijão. "Precisa não, Zé, deixa pra depois, rapaz, são 87 ciclistas famintos, vai ser muita água e pouco feijão" (rsssssssssssss).

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

MÃE RAINHA

APS visita santuário em Ouro Preto

Depois do mais que prolongoado feriadão de Sete de Setembro, o APS retoma suas atividades domingueiras com um passeio ao Santuário de Mãe Rainha (foto à esquerda), Ouro Preto, Olinda. Construído em 12 o
utubro de 1992, o santuário vai completar 18 anos de dedicação àqueles que buscam um lugar de silêncio e paz para colocar suas orações em dia e render homenagens à mãe de Jesus Cristo. Aberto todos os dias até as 17h, é uma réplica fiel ao que existe na Alemanha, primeiro a ser construído no mundo. O de Ouro Preto tem localização privilegiada, onde as missas são realizadas em pátio aberto. Cedendo espaço ao grande número de fieis, sobretudo aos domingos, a área externa complem
enta a beleza do santuário que se aloja ao lado de frondosas árvores e ruínas de antigo convento missionário. O Santuário de Mãe Rainha foi erguido em homenagem aos 500 anos de evangelização da América Latina.

Independentemente da cr
ença de cada um, o local deve ser visto com olhos de respeito. De extrema beleza e quietude, transforma-se num agitado mar de gente nas duas primeiras semanas de cada outubro, durante as comemorações de aniversário. Os peregrinos vêm de todo nordeste e são muitos os que saem de outras regiões, inclusive do exterior, chegando a atingir cerca de 20 mil católicos no período. O maior número de pessoas, no entanto, pra lá acorre no dia 12 do décimo mês, data em que o Santuário comemora mais um ano de acolhimento à fé.

O passeio está previsto para manter a média de 30 quilômetros. O grupo sai do Parque da Jaqueira às 8h e tem previsão de volta às 11h30. O percurso é urbano, com algumas ladeiras, principalmente a que dá acesso ao Santuário. Esteja alerta à orientação do guia, aos ciclistas auxiliares e nunca fique atrás do ciclista vassoura. O apoio sempre usa faixa refletiva e é designado pelo guia, antes do início do passeio, para que a pedalada seja a mais tranquila possível. Esteja de capacete, use luvas, leve câmara de ar sobressalente compatível com a sua bike. Ah, revise a bonitona, tá (rsssssssss)?

domingo, 29 de agosto de 2010

DA LAMA AO ASFALTO

Pauleira encerra mês de agosto

O que poderia ser cansativo por causa das muuuuuuuuuuitas ladeiras transformou-se num passeio perfeito. Nem as quedas, provocadas pela lama escorregadia e estreitas passagens por dentro da mata, deixaram o ciclista chateado. Afinal, o grupo saiu pra se divertir pelos sítios dos Macacos, dos Pintos, Vale das Pedreiras e bairros da vizinha Camaragibe até voltar ao Recife pela Várzea, em nova e apaixonante perspectiva das Matas de Brennand. Foi pauleira (rsssssssss)! Imagine que o APS até voltou uma hora mais cedo do que o programado - às 12h30 o pessoal já estava no Parque da Jaqueira, pronto para o almoço. A única coisa que poderia não ter dado certo, mas deu, foi a parada para hidratação e "lanchinho básico". O proprietário descumpriu o acordo previamente feito com o APS e nem abriu a porta da lanchonete. Descontraído e cheio de ideias, o grupo parou pouco adiante, pasme você, num pequeno recanto pra caldo de cana. O caldo entornou, passando goela abaixo do ciclista suado e sedento. A parada demorou mais do que o previsto por causa da quebra da bike de Gilson, consertada ali mesmo. Enquanto isso, um grupinho saiu de fininho e foi pro restaurante vizinho, atraído pelo cheiro alucinante de galeto assado. O pessoal pediu, mas não comeu. Cancela, "o guia apitou", mas "pera aí", cancela "o guia saiu". Puxa, o jeito foi mentalizar "compre galeto", "coma galeto" (rssssssss). Dali à mata do Engenho São João, foi só um pulo, melhor dizendo, só mais umas ladeirinhas. Lá em cima, o APS teve um de seus momentos mais descontraídos, ao juntar todo o pessoal para a foto oficial. No começo, o povo ficou meio desconfiado quando surgiu uma conversa de se virar o fundo pra mata. Num era bem assim, num era o fundo pra mata, mas a mata ao fundo. Ah, assim sim, assim tá tudo bem! Viu que bonito, todo mundo ali, fim de calçamento, respirando ar puro e a mata de braços abertos para uma foto (acima), uma não, muitas. Câmeras e celulares pipocando seus flashes (rsssssssssss). Pronto, depois disso já era hora do melhor da festa - enfrentar a mata fechada, traçar caminhos obrigatórios de fila indiana, margear o Capibaribe, cair, levantar, meter o tênis numa mistura de lama com cocô de vaca, cavalo, jumento. Quer dizer, num dá pra destinguir o animal, mas que era cocô, isso era, com certeza. O APS até pensou em instituir um prêmio para quem estivesse de calçados ainda limpos. Hum, só pensou. A volta foi legal também, mas teve uma coisa que encucou - que fazia aquele trio masculino em frente a um motel? Eu hein, nada contra, só curiosidade (rsssssssssss)

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

LONGO


Passeio reserva
muita adrenalina


A pedalada mista do próximo domingo, dia 29 de agosto, promete muita adrenalina. Nos 50 quilômetros previstos, você há de encontrar ladeiras, vales, áreas urbanas e rurais. Trechos de mata fechada e caminhos que só podem ser feitos em fila indiana reforçam a emoção de um programa que entra na conta dos imperdíveis. Esteja pronto para se encantar com o contraste da obra humana - pontilhões e linha férra - com a mansidão das águas do Capibaribe. Recife e Camaragibe são as cidades escolhidas para o APS pedalar neste fim de mês, incluindo as matas do Engenho São João. O passeio é longo e, portanto, você já sabe: sai mais cedo, às 7h, do Parque da Jaqueira. A previsão é estar de volta às 13h30. A velocidade vai um pouco além do rítmo empregado nos demais domingos. Com exceção dos imprevistos, como quedas e quebras, o APS tem duas paradas programadas. A coordenação avisa que alguns trechos não têm acesso para carro. Revise sua bike, leve câmara de ar sobressalente compatível com sua bike, leve líquido e proteja-se com filtro solar. Não esqueça o capacete, as luvas e, se tiver, leve ferramentas e bomba de ar. Bom passeio, até domingo.