terça-feira, 15 de maio de 2012

Oliiiiiiiiinda

Nem só de carnaval se faz Olinda

Estica, alonga, aquece, minha gente, que é pra não ter cãimbra, domingo.  As ladeiras já estão avisadas, esperando o APS passar. Os banana-maníacos (rssss) vão ter motivo de sobra pra comer palmas da amarelinha, misturadas à tapioca e salada de frutas. Fartura da terra. Olinda, cidade vizinha, lá vai o grupo mais animado do Brasil  (rssss) rever suas ruas inclinadas, seu casario colorido, igrejas seculares e o povo gentil. Bom dia, amigo, bota pra moer, subir e descer. Mas com cuidado, tá, foi num desses palcos carnavalescos que Gilson e Diógenes quase quase...(rssss). Superlativa, Olinda Alta se faz de visitantes em qualquer época do ano. Dizem que bater pernas por lá é a melhor maneira de conhecer as vias estreitas. O APS diz que pedalar é legal pra se perder entre ruas e ruelas que formam a antiga capital.





Esta ladeirinha ao lado é um sucesso de massagem corporal (rsssss). Cuidado pra não se empolgar muito.







Mas como toda cidade, a simpática e histórica Olinda também tem problemas semelhantes aos dos pequenos e grandes centros. Girando o pedal no percurso médio de 30 quilômetros, você vai ver que os monumentos esquecidos estão por toda parte. As bicas construídas  pra suprir a falta de água na então Vila de Olinda, em mil seiscentos e antigamente (rssss), são prova do descaso público, que não cuida, e da falta de respeito de moradores, que sujam, destróem e nem ligam pro que é deles. Neste domingo, 20 de maio, o APS sai da Jaqueira, às 8h. Concentração pelo portão da Rua do Futuro, lado contrário ao rio (rsssss).



Olinda tem três bicas - a de São Pedro, no Varadouro; a dos Quatro Cantos, nos Quatro Cantos (cheguei - rssss); e a do Rosário, no bairro do Bonsucesso. Dizem que ainda existe uma quarta bica, escondida dos olhos de quem passa. Ela estaria no Mosteiro de São Francisco, por trás do cemitério de Olinda.

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