APS e Aquabike multiplicam diversão
Convidado a conhecer a sede do Aquabike, um aconchegante sítio-bar em São Lourenço da Mata, o APS realizou um dos melhores passeios longos de 2011. Os dois grupos se encontraram no Curado Dois, Jaboatão, onde havia uma mesa de frutas pra recepcionar o pessoal. Tomaram o rumo da 232 e já acontecia a primeira quebra das três contabilizadas. O imprevisto foi bem aproveitado com uma sessão de closes fotográficos, em pleno acostamento da rodovia que, aliás, encontra-se em excelentes condições.
O passeio de 72 quilômetros provocou a sensação de distância aumentada em função das inúmeras ladeiras, em todos os tipos de terreno, desde BR até canavial, incluindo calçamento feito de pedras antigas. Foi um passeio de diversidade, como bem disse Gabriel (foto à esquerda), a começar pela roupa que ele usava, laranja, azul, preto, cinza, além de um Mickey e macaquinho coloridos e abraçados ao guidon da bicicleta (rs).
Gerenciado por Maria José, conhecida por Tô (única mulher na foto com APS e Aquabike), o recanto é prá lá de aprazível. A moça recebeu os visitantes com o que há de melhor na região. Mesa farta, panelões de cuscuz, feijão, macaxeira. O povo raspou o prato, sem nem se lembrar de que a gula ainda é pecado (rs). Mais tivesse, mais teria (rs). É só dar uma olhadinha nas fotos e você vai ver que não sobrou nada nem pra contar história (rs)
A sede fica numa estrada de barro, recheada de monumentos históricos, datados do início do século passado. A estrada também têm seu quinhão de sítios atuais e residências à venda. A bucólica paisagem, emoldurada pelo verde em contato com o azul do céu, parece que tem futuro diferente - a pavimentação da estrada pra acelerar os caminhos da Cidade da Copa, em São Lourenço da Mata. Mas se é assim, o melhor é curtir a natureza
enquanto o concreto não vem.
Deitar na grama, se balançar na rede, jogar vôlei, tirar uma soneca, bater um papinho... Pronto, foi liberada a temporada de recursos pra ajudar a fazer a digestão. Afinal, o caminho da volta exigia condicionamento e atenção. O primeiro, pra subir o ladeirão que começava na área rural e terminava no centro do povoado de Matriz da Luz. O segundo, pra encarar aquela descida maravilhosamente livre, leve e solta, deixando o povoado pra trás.
A volta foi cansativa e até os bicicleteiros de plantão pediram penico. Atleta que se cuida sabe que, às vezes, é chegada a hora de pedir penico, mesmo. Vai morrer, é (rs)? Músculos doídos, coisa boa é esticar e esquentar as pernas com uma massagem pra evitar a famosa, terrível e temível cãibra. Pra encerrar a história mais comprida que a pedalada, quando o APS bateu os pés na Jaqueira eram 3h30 da tarde. Ufa!