Se, definitivamente, o passeio do domingo 17 de julho foi considerado o melhor do ano, é justo admitir que ele perdeu a liderança para o do domingo 24. A energia contagiante de um grupo bem maior, dessa vez com 53 ciclistas carregados de bom humor e disposição. Não que os 11 da semana passada não estivessem na plena forma da descontração, mas quem compareceu ao repeteco carregou consigo a certeza de que teria uma experiência e tanto. Além disso, o grupo não só vivenciou o que estava programado, testato e aprovado, mas teve a oportunidade de enfrentar a descida da cratera que, semana passada, não foi possível vencer. Surpreendemente, o buracão foi aterrado no decorrer da semana, formando uma ladeira de barro liso, com algumas poças de lama que fizeram a alegria da meninada das mais diferentes idades. Hem, hem (rsssss)! Equilibrar-se numa pinguela improvisada também foi motivo de muita diversão. Engraçado, já reparou como ciclista e criança é a mesma coisa, principalmente quando as dificuldades são travestidas de ladeiras, lama, mata, tronco (rsssss)?
O reconhecimento do caminho da cratera foi feito há cerca de um ano, mas nunca havia sido utilizado. Ele contorna o Aterro Sanitário de Aguazinha e, na época, estava cercado por lixo, o que fez a coordenação do APS desistir de inserir a descida num dos roteiros de pedalada. Na semana anterior (17 de julho) também não foi usado. O deslizamento provocado pela intensidade da chuva, nos dias anteriores, foi decisivo para o cancelamento, em nome da segurança do ciclista. Veja como são as coisas, como elas ocorrem sem que ninguém possa esperar. De repente, sem qualquer programação, o APS dá de cara com aquele buracão que, mais buracão, transformou-se em fonte de prazer.
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