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domingo, 11 de setembro de 2011

ONDE???????

Matas de Nova Olinda fazem a diferença


Apessiano de verdade encara tudo com bom humor. Assim também foi nesse domingo 11 de setembro, quando Olinda ofereceu uma surpresa atrás da outra. Não a Olinda turística que a gente está acostumado a ver, mas a Olinda zona rural pra trilha nenhuma botar defeito. A cada esquina, um obstáculo diferente, uma espécie de caminho único, cuja solução era enfrentar. A lagoa que forma o Canal da Malária, em Jardim Brasil, foi o primeiro aviso de que o passeio seria óoooootimo. Apesar da água suja e poluída, responsabilidade dividida entre moradores e município, a lagoa é mesmo bonita e merece a pronta entrega do projeto de revitalização que vai deixar o local com cara de Lagoa do Araçá, que aliás também está poluída. Enfim... a travessia foi demorada, um a um dos ciclistas passando por uma faixa rasa e estreita, não mais que um metro de largura. Sem quedas nem reclamações (rs) parece que o passeio foi programado para dar as boas vindas aos novatos e voltantes.

Dali em diante, as ladeiras de Ouro Preto ofereciam um sobe e desce divertido e, ao mesmo tempo, cansativo. Depois de passar ao pé do monte onde se situa o Santuário de Mãe Rainha, o APS finalmente deu bom dia à zona rural. No início, uma seda. Só aquela estradinha de barro, por onde se topa com veículos e animais. Depois, caro Amigo para Sempre, foi um tal de um atoleiro sem chance de não botar os pés na lama "movediça" (rs), aquela que engole pernas e, se não tomar cuidado, engole o resto (rs). Mentindo? História de pescador? Hum! Veja as fotos. Aquele novato, por exemplo, quase que se afoga (rs). E aquele outro? Oxe, foi puxado pelos amigos, juro. Só se salvou quem subverteu a ordem e fez um caminhozinho tipo desvio. Quer dizer, se salvou da lama, mas enfrentou uma pinguela da largura de um pneu de bicicleta, um pneu mais cheinho, né! Mas nem por isso deixou de se aventurar - a pinguela estava a uma altura considerável e, abaixo, passava um córrego por onde flutuava... sei lá... parecia cocô (rs). Já pensou se o cara cai dali de cima? Eca!

Pronto, passou todo mundo?, então pedale porque tem mais, tem uma ladeira de barro, totalmente erosada (essa palavra existe?). Fendas tão grandes, mas tão grandes e profundas que quase engoliram aquele ciclistinha. Ele bem que tentou, estudou o terreno, estudou, estudou e caiu (rs). O panorama era inusitado. Acima, o sol na moleira do capacete; abaixo, aquela maluca inclinação de terreno gasto pelo tempo; à esquerda, mata; à direita, alguns ciclistas numa pequena clareira trocando câmara de ar. Imagina se o cara é desprovido de bom sendo e não tivesse levado a sobressalente? Obstáculo vencido com muito empenho, o grupo ainda passou por uma árvore que exalava sensualidade, cintura fina, peito arrebitado. Era chegada a hora do descanso, do chuveirão, da hidratação e... ai meu Deus...lá vem feijoada (rs).

domingo, 1 de agosto de 2010

SOBE E DESCE

Ciclista descobre "gaiômetro"

O "gaiômetro" foi a grande descoberta do cilista apessiano durante o passeio desse domingo, primeiro de agosto de 2010. Guarde a data. Para melhor esclarecimento, o "gaiômetro" é um instrumento de medição do tamanho da "gaia" (risssss). Foi assim, brincando e levando na esportiva, que o grupo reagiu ao passar por baixo de uma grande árvore na ladeira que dá acesso ao Alto Nova Olinda. Tombada entre a barreira e o outro lado da estrada, a árvore deixou altura suficiente para o ciclista passar andando ou pedalando, embora corrrendo o risco de bater a cabeça no tronco. No dela, claro. Aprovação unânime (foto abaixo).


A descoberta, no entanto, não foi exclusividade no passeio. O bom humor foi marca registrada durante todo o percurso, principalmente na mata, na lama, nos córregos e ladeiras. Subir a longa estrada que dá acesso ao Alto Nova Olinda e que passa por trás do sítio de dona Genilda, antiga conhecida do APS, foi uma das passagens mais divertidas. Imagine 106 ciclistas, ávidos por sombra e água fresca, tendo que superar a rampa de barro, cheia de erosão. Como sempre, a decisão ficou por conta do condicionamento de cada um. Quem pedalou até o fim fez o famoso gesto do "V" da vitória. Quem empurrou a bike, igualmente se esforçando, preferiu a língua de fora. Longe de ser uma atitude radical, representava tão somente o "Ufa, consegui" (rissssss)!

Ah, gente, a recompensa estava logo ali, bem pertinho, no Sítio Pé na Jaca. Era o prêmio em forma de chuveirão e tanque com água fria e limpa, ambos com permissão pra banho. E aquelas árvores, hein, balançando ao vento e deixando o corpo cair na moleza? Que sono, meu senhor! Previamente acertado com a coordenação do APS, a proprietária Patrícia disponibilizou estoque pra hidratação. Só não havia água de coco, esquecimento que a turma logo se encarregou de resolver, promovendo Adelaide (foto abaixo) à função de coquista do dia. No dicionário do APS "coquista é a mulher que escala coqueiro e tira coco pros amigos" (risssssssss).

Difícil foi sair daquele oásis, mas a caravana precisava seguir. Até porque havia aquela descida doida no meio do caminho. Aquela que leva ao bairro olindense de Águas Compridas, fronteira com Beberibe, no Recife. E haja cuidado pra descer aquele troço. Ônibus pra lá, ônibus pra cá, caminhão aqui, caminhão acolá e a fila de gente e bike voltando pra casa depois de um passeio arretado de bom.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

NOVA OLINDA

Passeio misto abre agosto

O APS abre agosto bem a gosto do freguês. Um passeio misto, entre terras urbanas e rurais, com previsão de 30 quilômetros, do asfalto ao barro. Saindo de Recife, mais precisamente do Parque da Jaqueira, às 8h, o grupo vai até Nova Olinda, uma área que muita gente ainda não conhece. Além da passagem por entre árvores ao chão, há que se ter cuidado com o barro escorregadio (se chover) e com a descida da ladeira que dá acesso à estrada de Águas Compridas. Embora pavimentada, abriga intensa circulação de veículos de grande porte.

domingo, 14 de junho de 2009

Foi "bótimo"

Grupo aprova 100% passeio

Foi só Márcia II e Rogério perguntarem: "Quem gostou do passeio" e o coro foi unânime: "Eu". Ou seja, o passeio foi melhor que bom, foi "bótimo". Novatos e veteranos num só ritmo de alegria e satisfação passaram pela área urbana da Jaqueira, Rosarinho, Ponto de Parada, Campo Grande, Sítio Novo e Peixinhos para entrar na zona rural de Olinda. Caminho ladeado de muito verde, desprovido de qualquer tipo de pavimentação, só muita lama e terreno acidentado até chegar ao sítio de Genilda que dá acesso ao Alto de Nova Olinda. Entre animais domésticos e ao lado do marido "seu Tavares", Genilda recebeu o APS com aquele sorrisão que só ela sabe dar. Solidário à condição de vida humilde, o grupo organizou e ofereceu uma caixinha de ajuda financeira a Genilda. No meio do percurso, um susto de arrepiar - uma novilha desgarrada bateu pernas atrás de ciclistas que estavam no fim do grupo. Achando pouco, para alcançar o reduto de Genilda só havia duas opções - colocar os pés no alagado ou se equilibrar numa pinguela de 15 centímetros, três de comprimento e metro e meio de altura. Passado o sítio, o APS seguiu por uma trilha em fila indiana e subiu, literalmente com a bike nos ombros, a ladeira íngreme e acidentada que levava ao Sítio Pé na Jaca.


Propriedade particular de Ivan e Patrícia, Pé na Jaca foi o verdadeiro paraíso - sombra e água fresca, tudo o que os 56 ciclistas queriam e precisavam naquele momento. O banho, no chuveirão ou no tanque, foi a pedida certa para repor as energias, retirar a lama da roupa e se encorajar para descer a ladeira do Alto de Nova Olinda. Ladeirinha arretada, viu? Caio, depois longos seis meses de ausência, aguentou bem os 21km; a presença de Tubarão e Cia. Ltda do FuçaTrilha; Denise confessando que faltou sol para ir à praia; Renaldo perdoado pelas ausências; a beleza de Guga fazendo sucesso; Roberta e Sandrinha, uma fotografando a queda da outra; Adelaide conhecendo o APS; e aquela de preto (esqueci como se chama) com o nome APS borbado na blusa. E haja foto! Quer ver? Acompanhe o slideshow ou clique em qualquer uma para ter a imagem ampliada. E não esqueça a agenda junina. Aguarde novas informações.