Ooooom (mantra), ooooom, oooom! Mentalize a cena: você dirigindo o carro e, de repente, os cd`s alojados na caixa apropriada do veículo começam a se inclinar, pra trás, em efeito dominó. Fique zen, não se trata de nenhum fato extrafísico ou ilusão de ótica. Isso é normal quando se sobe a Ladeira do Sol Nascente. Pelo menos foi o que ocorreu (juro de pés juntos) durante o reconhecimento do percurso do passeio do próximo dia 29, último domingo do mês. O nome já diz tudo, Ladeira do Sol Nascente. Alta pra caramba, pode-se dizer que é a "mãe" da Ladeira do Giz, aquela em Olinda que só um ciclista chegou ao topo pedalando. Se você é impressionável, não se preocupe, relaxe, nada é competição no APS - você pedala, empurra, descansa e usa de toda criatividade pra chegar em cima.
Lá pros lados de Águas Compridas, também em Olinda, a pedalada à Ladeira do Sol Nascente vai exigir um esforço considerável dos ciclistas. Por isso, organização e atenção são fundamentais na hora da difícil travessia, de trânsito intenso, entre BR e PE`s. Fundamental também é manter o bom humor, marca registrada do APS, que é pra enfrentar a chuva ou o sol que se disponha a ocorrer nos cerca de 50 quilômetros ida/volta. Propiciando áreas urbana e rural, o APS pede cuidado nas descidas de ladeiras. A estrada de Mumbeca é um dos trechos que merece atenção redobrada. Hoje denominada PE 16, Mumbeca está quase toda asfaltada, mas não dispõe de acostamento. Ali, gente, dois a dois, de verdade. Nada de esquecer essa recomendação e fazer fila tripla, quádrupla, quíntupla (rssssss). Tô rindo só pra descontrair, viu? A habitual paradinha tem macaxeira com Sardinha.